sexta-feira, 10 de junho de 2016

Ney, o zagueirão da Pelada da Família


Bem ao estilo do mestre Baptistão.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Larissa - Beleza, Bem, Verdade.



'Beleza, Bem, Verdade', eis o que exprimo;
'Beleza, Bem, Verdade', todo o acento;
E em tal mudança está tudo o que primo,
Em um, três temas, de amplo movimento.
'Beleza, Bem, Verdade' sós, outrora;
Num mesmo ser vivem juntos agora.

William Shakespeare



terça-feira, 24 de maio de 2016

Coke


Blogueiro cruzeirense amigo do meu irmão Tate.

Michel e a equipe de TI


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Lucas, o Super Pai









Lucas Elias Gomes é meu primeiro afilhado, seguido depois por mais 6 crianças adoráveis. Eu e minha irmã Marli tivemos a honra de sermos escolhidos para a difícil missão de padrinhos, e hoje cá estamos, junto com os compadres Toni Claret e Sueli, orgulhosos da família que ele constituiu com sua amada Bia.Para seus garotos Antonio e Francisco, ele é um Super Homem.



Para nós, ele é o nosso querido Lucão!




domingo, 1 de novembro de 2015

sábado, 19 de setembro de 2015

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Manoel Bernardes



A história da Manoel Bernardes começou em 1944, quando o pai Manoel, estudante de medicina, abandonou o curso para mexer com pedras. "Em 1970, meu pai abriu a empresa, uma instalação com tetos em forma de diamantes no centro de Belo Horizonte". Quando o pai morreu, Manoel tinha 18 anos e assumiu os negócios.

O fascínio e a determinação do fundador inspiraram a segunda geração da família, que expandiu sua atuação ao mundo da joalheria, buscando permanentemente construir a identidade de uma joia de alma brasileira, valorizando as características naturais de cada gema, porém, conferindo a elas uma linguagem contemporânea, a partir de técnicas apuradas e lapidações inovadoras. 

Tive o prazer de conhecer o Manoel Bernardes pessoalmente ontem, no coquetel de inauguração da Mostra Morar Mais por Menos de BH, onde minha cunhada Lu Mendes apresentou a todos sua maravilhosa sala de jantar, com um misto de inovação, tecnologia e soluções de baixo custo. O painel pivotante exibia de um lado uma TV embutida no vidro e no outro a caricatura do homenageado Manoel Bernardes. 

Muito mais que produtos, a Manoel Bernardes cria formas de marcar momentos memoráveis da vida das pessoas e de dizer, com uma joia, o que de outra forma não se diz. E sempre com sua peculiar simpatia.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Gu 15 anos




Como fazer feliz meu filho?
Não há receitas para tal.
Todo o saber, todo o seu brilho
de vaidoso intelectual.


Vacila ante a interrogação
gravada em mim, impressa no ar.
Bola, bombons, patinação
Talvez bastem para encantar?

Imprevistas, fartas mesadas,
Louvores, prêmios, complacências,
Milhões de coisas desejadas
concedidas sem reticências?

Liberdade alheia a limites,
perdão de erros sem julgamento
e dizer-lhe que estamos quites,
conforme a lei do esquecimento?

E se depois de tanto mimo
que o fascinava, ele se sente
pobre, sem paz e sem arrimo,
forma vazia, amargamente.

Não é feliz. Mas que fazer
para consolo desta criança?
Como em seu íntimo acender
Uma centelha de confiança?

Eis, acode meu coração
E oferece, como uma flor,
A doçura desta lição:
dar a meu filho O MEU AMOR.

Pois o AMOR resgata a pobreza,
Vence o tédio, ilumina o dia
E implanta em nossa natureza
A imperecível alegria.

Drummond, 1984
Gu, há 15 anos você faz nossa família mais feliz. 

Te amo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Toto





Pedro Gustavo - ou Toto, ou Avinho. Este cara sensacional tem vários codinomes, mas uma só identidade: é o nosso batalhador, alegre, dedicado e alto astral membro da família.
Quando criança, não me dava sossego enquanto não passeava com ele na minha RX 125 pela Avenida afora. Era uma rotina, uma necessidade. Sentava no tanque da motoca e is todo feliz "dirigindo" a máquina.

A ligação do Avinho com minha família remete a Anchieta, no ES, quando ele fez estágio como futuro turismólogo no Spa Nova Guarapari e nos brindou com sua companhia agradável. Conquistou a todos na nossa querida comunidade. E surrou todos os meus ternos...

E a aproximação definitiva ocorreu quando gentilmente se ofereceu a se mudar conosco para nos ajudar quando de nossa ida para Hong Kong, e nos apoiou demais com nossa aaptação àquele mundo novo durante 3 meses. Adriana e os meus garotos sentiam segurança com ele. Nos divertimos muito! Uma dívida eterna - sequer imagino como vou conseguir pagá-la!

Marido da querida Helaine, pai de nosso craque Artur e da sapeca Julia,este dedicado pai de família, querido filho e irmão é um vencedor. O mesmo problema da retina que tirou Tostão dos gramados também o afetou na juventude, quando era capitão das categorias de base do Cruzeiro Esporte Clube. Time do coração que nunca o deixou na mão.

Homenagem em boa hora, quando o Cruzeiro se firma novamente como a grande força do futebol brasileiro, por dois anos consecutivos.

Obrigado por tudo, Avinho!

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Tio Elias, 93 bem vividos!




 
 
Último de dez irmãos, vai “apagar a luz”; descendente de árabe, escreve e lê da direita para a esquerda; assim, completou 39 anos.

Homem culto, conversa solta, sorriso fácil, gosta de relembrar o passado, com riqueza de detalhes; conhece a genealogia da família como ninguém e sente prazer em transmitir aos mais novos.

Sensível, ama a família, mais do que tudo; sempre pronto para ajudar a quem precisa, com uma palavra sábia, na hora certa.

Amigo, companheiro, divertido, a passagem dos anos não altera a essência deste ser incomparável.

Substitui a ausência de nossos pais, com carinho, presente nas comemorações, nos encontros, o que faz com que a alegria transborde em nossos corações.

Ativo, alegre, é conhecido nas pracinhas até pelos passarinhos, que veem comer na sua mão, com confiança.

Atleticano convicto, apaixonado; não perde um jogo, acompanha as notícias, tem resposta pronta para os adversários.

Este é o tio Elias: exemplo de vida, ícone da nossa família.
Texto de sua filha postiça Maria Luiza.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Tina




Vicentina Tina.

Mulher.

Guerreira.

Mãe de cinco lindos filhos. Companheira eterna de meu querido Geraldo.

Educadora engajada, dedicada, reconhecida....
Marianense de berço, Guarapariense de coração.

Humanitária, sempre promove um ambiente confortável, pacífico, harmonioso, festivo e belo.
É idealista, franca, justa. Tudo isso é a Vicentina.
 
Mas eu quis mesmo é retratar a TINA!

A alegria em pessoa. Espevitada, brincalhona, animada, elétrica.
 
Poderosa.

Nossa Beyoncé.

 

Claudinha

 


Cláudia Magalhães é a alegria em forma de gente. Faz todos à sua volta se sentirem mais leves, de bem com a vida, mais jovens e bem humorados.

Poderia ganhar a vida com stand up comedy. É muito melhor que muitos picaretas que andam por aí ganhando muito dinheiro, copiando uns aos outros.

Mas a Claudinha capta pequenos detalhes do cotidiano e transforma nossas mazelas em coisas engraçadas, divertidíssimas, e a gente até chora de rir.

Mas seu talento principal - que ela não enterrou, evidentemente - é a generosidade - que, através da fraternidade, ajuda tantas e tantas pessoas, retribuindo as graças que Deus lhes deu, a ela, seu maridão Fernando Magalhães e seus quatro lindos filhos.

É um privilégio ter esta prima-irmã por perto, agora que estamos em BH.

Philipe Sallit

 

Phillipe Sallit, grande figura. Presença constante nos encontros do Sítio do Vovô Gegê, sempre acompanhado de sua inseparável simpatia.

Sem mais.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Fernandinho Magalhães

 
 

Fernando Aurélio Magalhães.
Um grande cara.
Uma pessoa abençoada, que espalha harmonia por onde passa.
Deixa grandes amigos, marca sua passagem pela generosidade e alegria.
Me estendeu a mão no momento mais difícil da minha vida, e nunca poderei agradecer completamente por este carinho e confiança.
Marido da querida Cláudia Magalhães pai de quatro filhos maravilhosos, é um exemplo de fraternidade e amizade. 

Ama a querida Acaiaca, onde vai de vez em sempre dar suas pedaladas.

 Caríssimo, Portugal nos espera!

 Espero que goste da pequena homenagem, de coração!

Professor Marco Tukoff

 
 



Eu poderia descrever o Marco Tukoff pelo parentesco com Dona Elza ou como o filho da Olga Tukoff, pois seria já o bastante em termos de predicados - tenho saudades do violino da Tia Elza e admiro o trabalho inconfundível da Olga, com seus lindos oratórios policromados, imagens sacras e altares, painéis que utilizam normas tradicionais de restauro (teve aulas com Jair Inácio!).
 
Mas a homenagem hoje é para este cara simples, sensível, que é chamado de professor pelos seus queridos pupilos, e isso já basta para ele. Lê muito, curte música de todas as idades - bem eclético - e compartilha conosco um passado de fotos e vídeos de uma época de ouro em Mariana.
 
Homenageado por sua contribuição para a rica cultura Marianense, Marquinho não me conhece. Nem eu a ele. Mas aprecio seu gosto artístico e assim o homenageio hoje com esta carica.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Artur Faria de Miranda





Esta talvez tenha sido a carica mais difícil que eu já fiz. Tecnicamente falando, ela traz elementos comuns aos outros desenhos, não significando exatamente um desafio artístico. Mas o significado dela é que me atormentou, e até segundos antes de eu clicar o 'enter' desta postagem eu tremia.
 

O Artur é uma pessoa muito especial que Deus colocou em nossas vidas e não há ninguém que não se relacione com ele e que não se apaixone por esta criança tão amada, que celebra a vida a cada momento.
 

Somos todos especiais por tê-lo em nosso convívio diário. Pedro Gustavo, Helaine e Julia são especiais por cuidarem tão bem dele. Vovó Iza é especial por ter dedicado tantos estudos e carinho e por ajudá-lo a se adaptar bem a este mundo. Tio Digo e Ju, com tanto carinho que transborda. Bivó Lívia, padrinhos, tios e amigos tão empenhados em rodear o pequeno Artur de atenção e cuidados. E o resultado não poderia ser diferente. Um garoto saudável e feliz.

E que me faz morrer de medo - por talvez não ter desenhado as luvas do seu ídolo Fábio do jeito que deveria ser. Ou por ter feito um cabelo que não corresponde à leitura dele. Será que as chuteiras são estas mesmo? 


Estou muito ansioso p
ara encontrar com ele pra dizer que o Tio Had o ama muito e ficou muito orgulhoso por ter feito esta carica.

Encomenda - Marcílio Rezende (um amigo da Cláudia Elias)



Encomenda - Samir (um colega da ArcelorMittal) e sua linda família



sábado, 22 de março de 2014

Vovó Lúcia - uma Rocha!




Vovó Lúcia é querida demais. Acho que nem ela sabe o quanto! São vários fãs, de todas as idades. Uns gostam de seu pão de queijo. Outros de seu nhoque. Já há amigos que curtem sua alegria e seu carinho, tão presente e aconchegante.

Eu gosto de tudo, até de dar uns belos beliscões naquele corpicho de dar inveja a muita menininha por aí. Mas minha maior gratidão é ter me proporcionado conselhos preciosos que mudaram minha vida para sempre...

Aquela mineirinha tímida que saiu de Acaiaca conquistou o Rio, cativou os Rocha. E os Magalhães Rocha saíram a ela e ao nosso saudoso Betinho: Mirian, com sua generosidade, Hamilton com seu equilíbrio e Marcelo com seu companheirismo.

E nesses dias, que estamos acompanhando seus passos rumo a uma melhor qualidade de vida, deixamos nossas orações a Deus: primeiro de agradecimento pela amizade deste ser humano admirável. Depois, para cobrir de bênçãos a sua recuperação.

Saúde!

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Digo Elias é TOP!





Este é o Rodrigo; ou Digo, pois fica mais prático. E mais a cara dele.

Digo é vários.

Tem o Digo boa praça, que possui uma popularidade incrível e se dá bem em todos os públicos com sua simpatia e sociabilidade.

Tem o Digo bon vivant, que curte a vida e aproveita para passear pelo mundo e levar uma galera com ele.

Tem o Digo batalhador, que foi pros States pedalar para turistas e acabou fazendo uma grana, rodando mais tempo do que devia e trazendo muitas muambas.

Tem o Digo empreendedor, que fez Fisioterapia, abriu uma academia, depois abriu um Spa.

Tem o Digo família, que dedica carinho e proteção aos seus, sempre reservando um tempo para curtir com quem ele mais ama.

E tem o Digo que investe em sua nova profissão, de oferecer segurança para a vida das pessoas através da Prudential, empresa que o acolheu e reconhece seu talento. E agora, como gerente, montou um time TOP!

Mas o maior investimento que fez para sua vida vai se concretizar em breve: seu amor pela Juliana de Paula Assis. Ou Ju, que é mais a cara dela.



sábado, 4 de janeiro de 2014

Sueli, cantando e encantando

Minha querida irmã Sueli - ou Sutil, para os chegados - há muito vem encantando os marianenses com seu talento musical que tanto orgulhava seu pai, o Maestro Gegê. Autodidata, com seu inseparável violão ou acompanhada de seu marido Toni Claret - outro excelente músico - abrilhanta várias celebrações católicas seja na Catedral da Sé ou outra igreja centenária de Mariana, tornando o culto ainda mais celestial.

Quando ela canta, parece que até a brisa se cala. Ela atrai serafins e querubins toda vez que solta a sua linda voz. Uma voz de anjo, por que não? Não se limita apenas a uma série de sons melodiosos, ela vem carregada de paixão, de sentimento.

Suas apresentações já fizeram muita gente chorar de emoção, especialmente o número da Ave Maria de Gounod. Lá pelos idos dos anos 90, toquei teclado com ela em várias cerimônias de casamento, e fui testemunha da força de sua voz. Terna, aveludada, melodiosa, perfeitamente no tom.

Seus trabalhos voluntários na Igreja - que remontam a década de 70 com o Grupo Jovem Engrenagem - ainda continuam firmes e perseverantes. Principalmente através dos jovens casais que vêm em Sueli e Toni um exemplo de dedicação e amor à família.

Continue nos encantando, Sueli, com sua voz Sutil.

domingo, 29 de setembro de 2013

A culpa é do Pero Vaz?



A célebre "Carta do Achamento do Brasil" foi escrita por Pero Vaz de Caminha em Porto Seguro, entre 26 de abril e 2 de maio de 1500. Cidadão da cidade do Porto, mestre da balança da moeda, de família respeitável, porém sem tradições literárias, o escrivão registrou em 27 páginas de papel as impressões sobre a Terra Nova.

A intenção aqui não é colocar o Caminha no banco dos réus. Mas fazer um exercício histórico para tentar explicar duas das maiores mazelas do nosso país: o desperdício de recursos e a corrupção

Desperdício de recursos - Conforme o escrivão relatou, “nela, até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares, assim frios e temperados como os de Entre Douro e Minho, porque neste tempo de agora os achávamos como os de lá. Águas são muitas; infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem.”

Pois é, “em se plantando, tudo dá” é um erro de citação. Mas a discussão aqui é outra: como é que o Brasil, com seus 8 milhões e meio de km², ou 47% do território sul-americano,  ainda exibe estatísticas desastrosas em saúde, educação, desigualdade, etc? O desperdício, a corrupção, o descaso, a incompetência, a burocracia e a falta de planejamento do governo sugam o equivalente a todas as riquezas produzidas anualmente pela Argentina. Todos os anos, cerca de R$ 1 trilhão, o equivalente ao Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina, é desperdiçado no Brasil. Quase nada está imune à perda. Uma lista sem fim de problemas tem levado esses recursos e muito mais. De cada R$ 100 produzidos, quase R$ 25 são desperdiçados. O Brasil deixou passar a bonança externa — entre 2003 e 2008, o mundo viveu a sua era de ouro, puxado pelo super crescimento chinês — sem fazer as reformas estruturais necessárias à economia. Agora, se vê sem capacidade de colher os frutos do bônus demográfico, período único em que as nações usam a sua força de trabalho para se tornarem ricas.

Cerca de 80% do território japonês apresenta relevo montanhoso. Apenas 16% são formados por planícies, onde a atividade agrícola é mais fácil. No entanto, o Japão é a 3ª economia do mundo, atrás apenas dos EUA e da China. Somente 12% do território japonês são apropriados para o cultivo. Devido a essa falta de terra arável, um sistema de terraço é utilizado para se plantar em pequenas áreas. Consequentemente, o país tem um dos maiores índices de produção por área quadrada do mundo, conseguindo uma auto-suficência de produtos agrícolas por volta de 50% em apenas 56 mil km². 

Da Terra Nova farta e próspera do Caminha, o país ganha cada vez mais a cara do desperdício!

Corrupção – “E pois que, Senhor, é certo que, assim neste cargo que levo, como em outra qualquer coisa que de vosso serviço for, Vossa Alteza há de ser de mim muito bem servida, a Ela peço que, por me fazer singular mercê, mande vir da ilha de São Tomé a Jorge de Osório, meu genro – o que d'Ela receberei em muita mercê.”

Será que a corrupção endêmica é uma doença hereditária, inextirpável do organismo nacional? Eu particularmente não acredito nisso.

Ao fazer o pedido de regresso de seu genro José Osório ao território da Metrópole, no fim da carta, Pero Vaz estava na realidade trazendo a impunidade à baila, pois o tal genro Jorge de Osório estava cumprindo pena na África. Sua filha única, Isabel de Caminha, fizera mau casamento. O marido, indivíduo de maus costumes, fora preso por assalto à mão armada e condenado a degredo para a ilha de São Tomé, na África. Mesmo sendo genro de um alto funcionário do reino, o meliante fora apanhado nas malhas da lei. No entanto, desde o Achamento, ou Descobrimento, não se sabe de um único e escasso condenado pobre, sem dinheiro para bacharéis dolarizados, que conseguiu com embargos infringentes ser julgado de novo pelo mesmo tribunal e livrar-se da cadeia. 

Não se conhece a duração do castigo imposto a Jorge de Osório, nem quanto tempo cumpriu na ilha de São Tomé, ou mesmo se Dom Manuel I atendeu ao pedido de Pero Vaz de Caminha, mas o fato é que, com esta referência fazendo parte da Certidão de Nascimento do Brasil, a corrupção tenta marcar sua presença no DNA dos poderosos. Tomara que nossa genética prove o contrário e o organismo possa expulsar estas células malignas.

P.S.: “Beijo as mãos de Vossa Alteza"

Haroldo Magalhães Elias

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Tia Iza


A Baixinha, como carinhosamente a chamamos, é várias. 

Filha exemplar, tia querida, irmã para todas as horas, mãe dedicada, sogra bacana (!), profissional talentosíssima e referência no que faz, como Conselheira da Junta de Recursos do INSS, a Maria Luiza sempre se destaca em tudo o que faz, desde seus tempos de Colégio.

Líder por natureza, deu guarida a tanta gente em sua casa em BH que até já perdeu a conta. Eu me incluo nesta lista, e sou eternamente grato pela acolhida durante o ano passado, quando esperava por minha família.

A você, tia Iza, uma homenagem em nome de todos que te amam!

Haroldo, o hétero...

Singela homenagem ao gênio Chico Anysio. Ele criou o personagem Haroldo no ano em que eu fiz 24 anos (!) e sofri muito no estágio da fábrica de Ferro Ligas em Ouro Preto (antiga Alcan), onde meus amigos Bocage e cia só me chamavam de Luana rsrs